
Se há uma coisa importante a ser feita tão logo acabe esta eleição, ela se chama desarmar os palanques.
Mas desarmar de verdade, coisa que não aconteceu nestes últimos quatro anos.
É preciso que o novo governador do Pará se permita olhar, mais do que qualquer outra coisa, o potencial de cada paraense, para ajudar a melhorar este estado.
Independente de o sujeito ser tucano, petista, peemedebista, petebista – o “ista” que seja.
O importante, de fato, é agregar, catalisar forças para arrancar este estado desse atraso monumental em que sempre viveu mergulhado.
A não ser que ocorra algum desastre, Jatene chegará ao governo já no primeiro turno, literalmente nos braços do povo.
Em condições, portanto, de pacificar a política paraense, porque é isso que, ao fim e ao cabo, se espera dele: que use toda a sua capacidade democrática para somar, em vez de dividir o mundo, como fazem alguns, apenas em amarelos, vermelhos, verdes e etc e tal.
As cores do imenso arco-íris que formam o Humano são infinitas.
E todos têm, sim, muito a contribuir para que a gente possa fazer um Pará melhor.
Sem essa miséria que a gente vê na nossa periferia e em boa parte dos nossos municípios e que dói bem lá no fundo do nosso coração.
Não dá mais, em pleno terceiro milênio, pra ter paraense vivendo abaixo de bicho.
Gente igual a nós, que tem, sim, direito a tudo o que nós temos: saúde, escola, trabalho, habitação.
Não dá mais pra permitir que picuinhas, questiúnculas, formem como que uma barreira a essa nossa esperança.
É preciso respeitar a opinião divergente, a maneira divergente de encarar o mundo, e tentar encontrar aquilo que nos une, que é o desejo de melhorar a vida desse nosso povo.
Minha esperança em Jatene é, sobretudo, esta: que ele possa pacificar os espíritos.
E se ele conseguir fazer isso, talvez sem nem mesmo perceber, já terá feito tudo.
FUUUUIIIIII!!!!!!!
Fonte: http://pererecadavizinha.blogspot.com/2010/09/o-pacificador.html
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