segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Espeto de pau




Na verdade, os dois estão corretos: a asserção de um não prejudica a razão do outro.

Todavia, quem deve dizer esta “moralidade média” não é o Estado, tão pouco a OAB, que bem sabe o quão perigoso é deixar o Estado, ou qualquer outra instituição, arvorar-se em mentor moral da nação: isto é coisa de ditadura.

Na oportunidade, olhando particularmente o Pará, dever-se-ia a OAB nacional preocupar com a “moralidade média” do presidente do “velho casarão”, que vem fazendo ouvidos moucos à completa ausência de ética nas atitudes da atual ocupante do Palácio dos Despachos e sua saltitante trupe.

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